📅 11 de agosto de 2026 — UniRio, Auditório Vera Janacópulos

Conferência Mapeando
o Pensamento Periférico

Um dia inteiro de palestras e debates com pesquisadores que estão redefinindo o que sabemos sobre a música popular brasileira.

Realização Casa Goiabeira · UniRio ·
Programação do dia
09h30
Abertura

Apresentação da Casa Goiabeira e do site

Objetivos da conferência e do projeto Mapeando

10h00
Palestra

Spirito Santo

"Do samba ao funk do Jorjão: uma trajetória do pensamento afro-brasileiro"

11h15
Palestra

Martha Tupinambá de Ulhôa

"A canção como cultura"

12h30
Pausa

Almoço

14h30
Palestra

Pedro Mendonça

"Educação musical pelo funk"

15h45
Debate

"Quem pode pensar a música popular brasileira?"

Com Tamiris Coutinho, Dandara Abreu Guimarães e Alexandre Garnizé

Convidados
LS

Spirito Santo

Músico, pesquisador, escritor, arte-educador, multi-instrumentista e luthier

Criador do Grupo Vissungo, desenvolveu uma extensa pesquisa sobre musicalidades de matriz africana no Brasil, articulando trabalho de campo, construção de instrumentos, educação, militância antirracista e reflexão crítica sobre a formação da música popular brasileira..

MT

Martha Tupinambá de Ulhôa

Musicóloga e pesquisadora

Doutora em Musicologia pela Cornell University. Uma das principais pesquisadoras brasileiras dos estudos de música popular, tratando a canção como forma cultural atravessada por memória e disputas de valor.

PM

Pedro Mendonça

Etnomusicólogo — Colégio Pedro II / UniRio

Doutor em etnografia das práticas musicais pela UniRio. Pesquisa o funk carioca em perspectiva afrodiaspórica e contracolonial, defendendo uma produção de conhecimento feita com os sujeitos e territórios pesquisados.

TC

Tamiris Coutinho

Pesquisadora e label manager independente

Pesquisadora da rede de música pop periférica e amefricana, com atenção ao funk e ao trap. Discute a música urbana contemporânea a partir das mulheres, da circulação cultural e das disputas de representação.

DA

Dandara Abreu Guimarães

Cientista social — UFRRJ

Mestre pela UFRRJ. Autora da dissertação "Negro drama: representações e estereótipos acerca das masculinidades negras" (2022). Usa o rap como documento crítico sobre racismo, violência e disputa simbólica.

AG

Alexandre Garnizé

Percussionista e historiador — Tambores de Olokun

Nascido em Camaragibe (PE). Fundador do grupo Tambores de Olokun (Rio, 2012), inspirado no candomblé e nos maracatus de baque virado. Combina ensino, performance e transmissão de saberes afro-brasileiros.

⚠️ Informações importantes

  • O evento é aberto ao público, mas apenas inscritos terão lugares garantidos no auditório.
  • A inscrição prévia é condição obrigatória para emissão de certificado de hora-aula.
  • O sistema de inscrições fica disponível até 10 de agosto. Não perca o prazo!

Inscrições encerram em 10 de agosto

Vagas limitadas no auditório. Inscrição obrigatória para certificado de hora-aula.

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