✓ Evento realizado — 11 de agosto de 2026

Conferência Mapeando
o Pensamento Periférico

UniRio, Auditório Vera Janacópulos — Rio de Janeiro

Realização Casa Goiabeira · UniRio · Apoio Ministério da Igualdade Racial
Debate final da Conferência Mapeando o Pensamento Periférico — UniRio, agosto de 2026 Debate final — Auditório Vera Janacópulos, UniRio
O que aconteceu

Um pouco do que rolou na conferência Mapeando o Pensamento Periférico Brasileiro, realizada pela Casa Goiabeira na UniRio.

Spirito Santo encontrou na própria trajetória os sentidos de sua pesquisa. Martha Tupinambá ampliou nosso olhar sobre os gêneros musicais e sobre a própria ideia de música popular brasileira. Pedro Mendonça discutiu as possibilidades educativas do funk a partir do pensamento de nomes como Nêgo Bispo.

No debate final, Dandara Abreu, Tamiris Coutinho e Alexandre Garnizé compartilharam suas histórias de vida e pesquisas, passando por temas como a construção de ideais de masculinidade negra no rap, a presença feminina no funk e a força do tambor na cultura brasileira.

Nosso muito obrigado a quem participou, a quem esteve com a gente e ao Ministério da Igualdade Racial, que apoiou esse encontro.

Convidados
LS

Spirito Santo

Músico, pesquisador, escritor, arte-educador, multi-instrumentista e luthier

Criador do Grupo Vissungo, desenvolveu uma extensa pesquisa sobre musicalidades de matriz africana no Brasil, articulando trabalho de campo, construção de instrumentos, educação, militância antirracista e reflexão crítica sobre a formação da música popular brasileira..

MT

Martha Tupinambá de Ulhôa

Musicóloga e pesquisadora

Doutora em Musicologia pela Cornell University. Uma das principais pesquisadoras brasileiras dos estudos de música popular, tratando a canção como forma cultural atravessada por memória e disputas de valor.

PM

Pedro Mendonça

Etnomusicólogo — Colégio Pedro II / UniRio

Doutor em etnografia das práticas musicais pela UniRio. Pesquisa o funk carioca em perspectiva afrodiaspórica e contracolonial, defendendo uma produção de conhecimento feita com os sujeitos e territórios pesquisados.

TC

Tamiris Coutinho

Pesquisadora e label manager independente

Pesquisadora da rede de música pop periférica e amefricana, com atenção ao funk e ao trap. Discute a música urbana contemporânea a partir das mulheres, da circulação cultural e das disputas de representação.

DA

Dandara Abreu Guimarães

Cientista social — UFRRJ

Mestre pela UFRRJ. Autora da dissertação "Negro drama: representações e estereótipos acerca das masculinidades negras" (2022). Usa o rap como documento crítico sobre racismo, violência e disputa simbólica.

AG

Alexandre Garnizé

Percussionista e historiador — Tambores de Olokun

Nascido em Camaragibe (PE). Fundador do grupo Tambores de Olokun (Rio, 2012), inspirado no candomblé e nos maracatus de baque virado. Combina ensino, performance e transmissão de saberes afro-brasileiros.